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Não me reconheço
Algo nas marcas da idade
me mostram algo que perdi.
Talvez sejam as dores do caminho,
talvez os sorrisos fartos.
Algo é certo:
Essas marcas não estavam lá.
Depois de muitos olhares
me dou conta que sou eu,
EU MESMA!
No afã da da vida corrida
desapercebi-me da estética:
A estética do tempo.
Inexorável ele penetra de mansinho
na nossa alma, no nosso corpo
em todos nossas brechas.
Então somos isso:
O resultado de nossas vivências,
embora muitas vezes o espelho
teime em nos atualizar a verdade.
Paola Caumo
Parabéns ....bela poesia
ResponderExcluiro espelho teima em nós atualizar
em marcas que não queremos enxergar
bjos Malu Cabral